Em Busca Da Felicidade

EM BUSCA DA FELICIDADE Por Markus DaSilva, Th.D. - Semeadores da Palavra

Em 1776, Thomas Jefferson escreveu na famosa Declaração da Independência dos EUA que um dos direitos de todo o ser humano é buscar a felicidade. Cauteloso com as palavras, o ex-presidente sabiamente defendeu o direito à busca, mas não à felicidade em si. Isso porque ele sabia muito bem que na sua presente condição, nenhum ser humano pode ser totalmente feliz. Basta viver alguns anos nesta terra para confirmar essa verdade (Ec 1:14).

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Vivendo Em Terras Invadidas (Parte 2)

(Parte 2) VIVENDO EM TERRAS INVADIDAS Por Markus DaSilva, Th.D.

Conforme explicado na primeira parte deste texto, o maior dos problemas do cristão é ter que conviver diariamente com o enorme exército espiritual que se opõe a Deus (Ap 12:9). A liderança desse exército tem ao seu dispor uma imensidão de anjos caídos, grande número de seres humanos alistados, e um arsenal de ferramentas, especialmente nos meios de comunicação, para usar nos seus ataques diários.

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Vivendo Em Terras Invadidas (Parte 1)

VIVENDO EM TERRAS INVADIDAS (Parte 1) Por Markus DaSilva, Th.D.

Recentemente escrevi um artigo sobre o coração. Nele, expliquei que muito embora não temos como controlar de uma forma direta o nosso coração, podemos direcioná-lo através da mente. Como ilustração, usei o barco, o vento e a vela. Quando queremos navegar para um determinado porto, precisamos do vento, que é o nosso coração. Mas a direção do vento raramente nos favorece; muito pelo contrário, o mais comum é esse vento soprar num sentido bem oposto ao nosso destino (Jer 17:9). A vela, nesse caso a mente, é a maneira pela qual forçamos o vento a nos impulsionar até onde queremos chegar (Rom 12:2).

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Homem de Dores (Parte 1)

HOMEM DE DORES Por Markus DaSilva, Th.D.

HOMEM DE DORES
Por Markus DaSilva, Th.D.

Desde pequeno ele sabia o que lhe esperava. Ainda novo, crescia no conhecimento das escrituras e via claramente que todas as profecias falavam dele (Luc 2:46-51). Cada verso que lia sobre si mesmo apontava para uma vida repleta de falsas acusações, rejeições e traições. Aqueles que deveriam estar felizes com a sua vinda seriam os seus maiores inimigos (Joa 1:11). Ninguém via isso, ninguém entendia, nem mesmo Maria, a sua própria mãe. Estava só no princípio e seguiu só até o fim (Mat 26:40). Jesus cresceu, e exatamente como esperava, foi rejeitado dos homens; foi um homem de dores, e experimentado nos sofrimentos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, foi desprezado, e não fizemos dele caso algum (Isa 53:3).

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A Cruz Nossa De Cada Dia

A CRUZ NOSSA DE CADA DIA Por Markus DaSilva, Th.D.

A essência do evangelho é a cruz. A essência da cruz é o sacrifício. A essência do sacrifício é a redenção. A essência da redenção é a graça. A essência da graça é o amor. A essência do amor é Deus.

Existem duas cruzes no plano de salvação. Ambas ligadas aos filhos de Deus e ambas envolvem sofrimento e morte. A primeira, e maior das cruzes, é a do filho unigênito do Pai, Jesus (João 3:16). Se Jesus não estivesse disposto a carregar e morrer na cruz, não existiria o evangelho e continuaríamos perdidos nas nossas transgressões, sem qualquer esperança de sermos salvos: a essência do evangelho é a cruz (Fil 2:7-9).

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O Cristão Santo (Parte 2)

O CRISTÃO SANTO (Parte 2) Por Markus DaSilva, Th.D.

Este mundo está passando, sendo pouco a pouco destruído pelo pecado, e nós com ele. Por isso, quando falamos do relacionamento do ser humano com Deus, falamos de restauração. Quando a raça humana foi criada, Deus decidiu fazê-la diferente dos outros seres: “façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança” (Gen 1:26). Certamente Deus não se refere à característica física do homem, já que Deus é espírito (João 4:24), mas sim à sua alma. Diferentemente das outras criaturas, após tê-lo moldado da matéria comum – o barro – Deus soprou sobre ele e lhe deu da Sua própria vida. Sendo assim, cada pessoa possui uma vida diretamente ligada à do criador. Quando o sopro retorna à fonte, o homem morre e volta a ser o que era, simples pó (Gen 3:19; Ecl 12:7).

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Sofrimento e Sangue

SOFRIMENTO E SANGUE Por Markus DaSilva, Th.D.

É inadmissível que tantos cristãos, pessoas que se dizem salvas por Jesus, não levam a sério a palavra de Deus no que diz respeito à santidade, ao morrer para o mundo e ao abandono do pecado (2Co 7:1; Col 3:3; Mat 5:48; Ato 3:19-20). Alguns eu sei que é por pura ignorância, simplesmente por não terem ninguém que os instrua. Possuem líderes inúteis, que não dão o exemplo de vida que deveriam dar. Mas outros ignoram sob o argumento de que estão debaixo da graça. Erroneamente creem que a graça cancela a necessidade da santificação e lhes dá autorização para saciar os desejos da carne (Rom 6:1-3). Chamam isso de liberdade em Cristo (Gal 5:13).

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O Cristão Santo (Parte 1)

O CRISTÃO SANTO (Parte 1) Por Markus DaSilva, Th.D.

O título deste texto é um pouco estranho, confesso. É estranho porque vai contra o entendimento dos dois grupos que constituem o mundo cristão. O primeiro grupo, majoritário, considera um título como esse até ofensivo, pois, eles entendem que tal pessoa – um ser humano santo – simplesmente não existe, é um mito. Por outro lado, o outro grupo, do qual faço parte, também não concorda com esse título porque a frase pressupõe a existência de um cristianismo sem santidade, algo contrário às próprias palavras de Cristo (Mt 5:48; Mt 10:38; Lc 17:33).

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Não Julgueis!

NÃO JULGUEIS! Por Markus DaSilva, Th.D.

Quando Jesus estava fisicamente conosco neste mundo, os seus maiores inimigos não foram os pagãos romanos ou os idólatras gregos; tampouco foram os excluídos da sociedade: prostitutas, ladrões, adúlteros, beberrões e outros. Não, os opositores de Cristo não vieram de fora, mas de dentro; surgiram dentre os seus; dentre aqueles que se intitulavam servos de Deus, os líderes de Israel e seus seguidores. Foram os fariseus, os saduceus, os escribas, os doutores da lei que não o receberam (João 1:11).

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Apenas Duas Opções

APENAS DUAS OPÇÕES Por Markus DaSilva, Th.D.

O cristianismo é uma religião ao mesmo tempo inclusivista e exclusivista. Inclusivista porque o convite é feito a todos (João 3:16). Exclusivista porque o verdadeiro cristianismo, aquele ensinado por Cristo, apresenta apenas duas opções para o ser humano: a que leva à felicidade eterna e a que leva à perdição eterna (João 14:6). Uma opção exclui a outra. Essas duas opções permeiam o evangelho: dois caminhos, duas portas (Mt 7:13-14), duas árvores (Mt 7:18), duas casas construídas (Mt 7:24-27), duas sementes (Mt 13:24-25) … etc. Sempre duas opções apresentadas ao ser humano para que ele saiba de uma forma simples a consequência, boa ou ruim, do exercício do seu livre arbítrio.

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