Sem Santidade Ninguém Verá a Deus (Parte 2) – Uma Nação Santa, Um Povo Adquirido.

Sem Santidade Ninguém Verá a Deus (Parte 2) - Uma Nação Santa, Um Povo Adquirido. - Markus DaSilva

Por Markus DaSilva, Th.D.

Conforme já disse no início desta série, o ser humano realmente se acha muito justo; tanto que frequentemente alguns questionam até mesmo a justiça de Deus, comparando-a com a justiça própria. Um ponto que sempre incomoda alguns é o fato de que Deus não salvará a todos. Eles convenientemente esquecem que o caminho e a porta da salvação sempre foram abertos a qualquer um que queira entrar. Em outras palavras, o Senhor jamais negará a salvação à alma que verdadeiramente queira se salvar (Ap 3:20). Algo que Deus não faz, obviamente, é levar para o céu aqueles que não têm interesse de lá morar. Se o coração da pessoa se encontra aqui, então aqui ela ficará (Cl 3:2). Pessoalmente, não vejo injustiça alguma neste fato. Muito pelo contrário, vejo sim uma incrível demonstração de respeito à escolha da criatura por parte do Criador. No seu destino final, seja céu ou inferno, nunca ouviremos alguém reclamar, dizendo: “Estou aqui contra a minha vontade!”

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Sem Santidade Ninguém Verá a Deus (Parte 1) – Santo, Santo, Santo! A Santidade de Deus.

Sem Santidade Ninguém Verá a Deus (Parte 1) - Santo, Santo, Santo! A Santidade de Deus Markus DaSilva

Por Markus DaSilva, Th.D.

Um dos maiores erros que nós, cristãos, cometemos continuamente é imaginarmos que existe alguma semelhança na forma como pensamos e agimos e na forma que Deus pensa e age (Is 55:8-9). Essa verdade se aplica em especial à justiça divina. O nosso senso de justiça compara-se com o de Deus da mesma forma que a pequena claridade de uma vela se compara com o brilho ofuscante do sol do meio-dia. É por causa deste grave erro que milhares entre nós ficarão horrorizados quando muito em breve ouvirem do Senhor que embora imaginavam ser parte dos eleitos, na realidade Jesus nunca os conheceu. Por que Jesus não os conheceu? Porque eles apenas professaram amor a ele, mas na prática não o amaram, pois ignoraram o seu mandamento de morrerem para o eu e viverem apenas para Cristo (Jo 14:15). Mantiveram as suas vestes contaminadas com os prazeres do mundo (Ap 3:4). Não se santificaram, e sem a santificação ninguém verá a Deus (Hb 12:14).

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A Graça, a Obediência e a Salvação (Parte 4) – Crescendo na Graça. Caindo da Graça.

(Parte 4) A Graça, a Obediência e a Salvação - Crescendo na Graça. Caindo da Graça. Markus DaSilva

Por Markus DaSilva, Th.D.

Concluindo esta série, examinaremos as duas atitudes opostas que o cristão pode assumir em relação à graça. Do lado positivo, veremos que é possível ao servo fiel experimentar mais da graça de Deus, pois a graça do Senhor não é estagnada, mas é sim um dom dinâmico, podendo tanto se desenvolver como se contrair, dependendo do nosso viver. Foi para nos encorajar ao desenvolvimento que o nosso irmão Pedro nos instruiu: “Crescei, porém, na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” (2Pe 3:18). Do lado negativo, veremos que se negligenciarmos o caminho de santidade repetidamente mencionado na Palavra, corremos o risco de afastarmos da graça, conforme alertado pelo autor de Hebreus: “tendo cuidado de que ninguém se exclua da graça de Deus” (Hb 12:15).

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A Graça, a Obediência e a Salvação (Parte 3) – Paulo e a Graça. Os apóstolos e a Graça.

A Graça, a Obediência e a Salvação (Parte 3) - Paulo e a Graça. Os apóstolos e a Graça. A salvação é pela graça. Markus DaSilva

Por Markus DaSilva, Th.D.

Conforme expliquei na semana passada, embora Jesus não tenha usado o termo “graça” quando nos ensinou o caminho da salvação, a realidade é que o evangelho de Cristo é o evangelho da graça nos enviado do Pai. Graça, como falamos na primeira parte da série, se trata da maravilhosa dádiva da salvação que nos foi concedida simplesmente porque o Pai se agradou de nós, tal qual Jesus nos disse: “Não temas, ó pequeno rebanho, porque a vosso Pai agradou dar-vos o Reino” (Lc 12:32). A salvação pela graça difere em muito da salvação pela lei cerimonial porque enquanto a graça possui como foco o amor e a bondade de Deus (Jo 3:16), a lei se concentrava na observância dos rituais simbólicos que apontavam para o Messias. Lei esta que se tornou obsoleta (Mt 5:17) com o nascimento, vida e morte de Jesus, o Cristo (Grego: Χριστός – Cristos significa Messias). Por cerca de quatro mil anos, no entanto, Deus honrou todo o adorador sincero que se apoiava na lei para obter a salvação (Lc 1:6; Lc 2:22; Lc 2:39). Lembremos que não apenas a graça, mas também a lei, nos foi dada por Deus.

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A Graça, a Obediência e a Salvação (Parte 2) – Jesus e a Graça. Como Alcançamos a Graça.

(Parte 2) A Graça, a Obediência e a Salvação - Jesus e a Graça. Como Alcançamos a Graça. a Salvação é Pela Graça

Por Markus DaSilva, Th.D.

Começamos esta segunda parte com uma informação que pode ser novidade para alguns: Jesus nunca usou a palavra “graça”. Isso não quer dizer que a salvação não seja pela graça, mas quer dizer sim que Deus esperou até a ascensão do seu filho e o envio do Espírito Santo para que essa verdade fosse revelada aos seus discípulos de uma forma mais clara. Até a vinda de Cristo, a visão que o povo judeu tinha do plano de salvação era bem limitada e confusa, ao ponto de um grande número entre eles nem mesmo aceitasse a ideia de que haverá uma ressurreição dos mortos, limitando os benefícios de servir a Deus somente para a vida presente. Foi por isso que esperavam que a principal função do Messias fosse a restauração de Israel no cenário geopolítico. Esperavam que quando chegasse, ele faria para eles o que o Rei Davi fez para o Israel do passado (Jo 6:15).

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A Graça, a Obediência e a Salvação (Parte 1) – Graça: Uma Breve Introdução No Uso Da Palavra

A Graça, a Obediência e a Salvação (Parte 1) - Graça: Uma Breve Introdução No Uso Da Palavra - Markus DaSilva

Por Markus DaSilva, Th.D.

Já faz um tempo que tenho desejado escrever uma série sobre a graça e creio que este é o momento. A graça tem sido um dos pontos do cristianismo mais usado e abusado nestes últimos dias. Parte desse abuso tem a ver com a falta de conhecimento do povo sobre o assunto (Os 4:6a). Conhecimento este que deveria vir dos púlpitos e das escolas bíblicas, mas que infelizmente não ocorre. A outra parte está ligada à nossa propensão natural de resistir às instruções de Deus quando elas nos apontam para um caminho diferente daquele que queremos seguir. Procurarei nesta série, com a ajuda do Senhor, explicar para o benefício dos nossos leitores, o que a Palavra de Deus realmente nos ensina sobre a graça, e no processo, eliminar sérios equívocos quanto a como a graça se aplica ao nosso viver como um povo separado e destinado ao Reino de Deus (1Pe 2:9).

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Bênçãos E Maldições: Mitos, Crendices E A Verdade Da Palavra (Parte 2) – Maldição Hereditária

Maldição Hereditária, como quebrar ou interromper uma maldição hereditária de gerações na família

Por Markus DaSilva, Th.D.

Na primeira parte desta pequena série, estabelecemos a base para que tenhamos um melhor entendimento sobre bênçãos e maldições segundo a bíblia. Explicamos que muito do que se ouve sobre este assunto não passa de superstições; conceitos populares sensacionalistas sem o respaldo da Palavra. São estes tipos de fábulas que fornecem abundante material para a proliferação desenfreada de falsos profetas, falsos pastores, falsos missionários, falsos apóstolos, falsos bispos e outros exploradores da consciência e do sofrimento alheio (1Tm 4:7; Mt 7:15).

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Bênçãos E Maldições: Mitos, Crendices E A Verdade Da Palavra (Parte 1)

Bênçãos e Maldições: Mitos, Crendices e a Verdade da Palavra (Parte 1) - Markus DaSilva - o que a bíblia fala sobre maldições

Por Markus DaSilva, Th.D.

Há cerca de um ano, em um outro texto, expliquei que tudo aquilo que se entende por mal, na realidade é apenas a ausência do bem. Só existe o defeituoso porque existe o perfeito. Só existe o quebrado porque existe o inteiro. Só existe o errado porque existe o certo. E todos esses males são reconhecidos como males porque temos uma noção, ou consciência do bem; o bem é o nosso ponto de referência, e a fonte de todo o bem é o Criador (Tg 1:17). Quanto maior a distância da fonte mais se experimenta o mal, assim como a escuridão aumenta à medida que nos distanciamos da luz (Dn 2:22; 1Jo 1:5). Entendemos então que o mal pode se manifestar de várias formas e em vários graus, mas ele não possui uma origem em si mesmo, pois no seu estado original, tudo o que existe é bom (Gn 1:31a; 1Tm 4:4). Quando o bem é exaltado, o mal diminui; quando o bem domina o mal é repreendido. Quando o Rei dos reis estabelecer o seu reinado eterno, o bem estará presente de uma forma tão plena e contínua que o mal nunca mais terá a possibilidade de ressurgir (Ap 21:4; Dn 7:13-14).

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Amar A Deus Sobre Todas As Coisas – O Maior Dos Mandamentos (Parte 3)

Amar a Deus Sobre Todas As Coisas - O Maior Dos Mandamentos (Parte 3)

Por Markus DaSilva, Th.D.

Encerrando esta pequena série, procuraremos explicar com mais detalhes o significado de amar a Deus sobre todas as coisas. Em outras palavras, “na vida real”, como vive a pessoa que tem realmente a Deus como o único foco? Como deve viver o indivíduo cuja todas as outras coisas são secundárias? Sim, porque se qualquer outra coisa, como estudo, trabalho, namoro, família e lazer assume a prioridade na vida do cristão, então Deus já não tem primazia sobre todas as coisas. Deus pode até continuar sendo algo muito importante para ele, mas ser importante não é o mesmo que ser o primeiro.

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Amar A Deus Sobre Todas As Coisas – O Maior Dos Mandamentos (Parte 2)

Amar a Deus Sobre Todas As Coisas - O Maior Dos Mandamentos (Parte 1)

Por Markus DaSilva, Th.D.

No primeiro texto desta série, mencionamos que de todos os mandamentos contidos nas escrituras, Jesus elevou a um como o maior. Esse mandamento de Deus foi transmitido por Moisés, o seu profeta, quando ele estava com 120 anos de idade, e apenas horas antes de morrer: “Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todas as tuas forças” (Dt 6:5). O futuro do povo, bom ou mau, dependeria da observância desse preceito básico. Todos os tipos de bênçãos seguiriam se Deus tivesse total prioridade na sua vida: “Ouça e obedeça, ó Israel! Assim tudo lhe irá bem” (Dt 6:3), e como contraste, apenas maldições viriam se o Senhor ocupasse uma posição secundária no dia a dia das pessoas. Caberia ao povo decidir se preferiam colocar o Senhor em primeiro plano ou não, a escolha foi dada: “Eis que hoje eu ponho diante de vós a bênção e a maldição” (Dt 11:26).

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E conhecereis a verdade…